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PROJETO URBANO - IAB/UIA/PMSP
O IAB - Instituto de Arquitetos do Brasil, uma das mais antigas entidades profissionais em nosso País, realizará no próximo dia 27 e 28 de Julho um Evento conjunto entre a PREFEITURA DE SÃO PAULO, U.I.A.- UNION INTERNACIONALE DÊS ARCHITECTES e IABSP – INSTITUTO DE ARQUITETOS DO BRASIL, DEPARTAMENTO DE SÃO PAULO.
O evento terá como tema a Sustentabilidade Ambiental Urbana, focando a “Eficiência Urbana” em Projetos Urbanos realizados.
DEBATE – Projetos Urbanos realizados pela Prefeitura de São Paulo e as realizadas por Arquitetos da U.I.A. nos cinco continentes, serão apresentados e discutidos, promovendo-se uma troca de experiências entre os profissionais Arquitetos e Urbanistas.
EXPOSIÇÃO – Mostra de Projetos Urbanos que tenham contribuições para promover a Eficiência Urbana, no que se refere à redução de impactos ao meio ambiente, melhoria da qualidade de vida e redução de desperdícios de recursos vitais às atividades urbanas.
DIVULGAÇÃO – O Evento será divulgado pelo Boletim do IAB-SP e pela U.I.A.. O registro do Evento ficará à disposição de interessados em publicá-lo.
LOCAL:
Auditório da Sede da Prefeitura de São Paulo.
Edifício Matarazzo - Viaduto do Chá, 15 -7º andar
São Paulo-SP
DATA:
27 e 28 de Julho de 2009.
Arquiteta Rosana Ferrari
Presidente do IAB-SP
segunda-feira, 15 de junho de 2009
domingo, 14 de junho de 2009
URBAN EFFICIENCY
Urban form and urban efficiency
Author:
Associate Professor Michael Buxton, RMIT University
Citation:
Buxton M 2006, ‘Urban form and urban efficiency’ paper prepared for the 2006 Australian State
of the Environment Committee, Department of the Environment and Heritage, Canberra,
index.html>.
Background
Many Australian State governments recently have developed land use policies which attempt to
alter urban form to gain greater urban efficiency. All these strategic plans share the same
commitment to more compact cities through higher density, mixed use, transit oriented
development in activity centres, improved public transport and limits on outer urban growth. All
share similar implementation problems, in particular, a reluctance to require compliance with
clear compact city policies.
Urban efficiency is usually defined in terms of travel patterns, infrastructure and energy use, and
social and environmental costs including water use, congestion costs and the costs of sprawl.
Societies which consume less land for urban purposes use roads less, infrastructure more
efficiently and can transfer more investment to productive sources. Better urban design reduces
social costs by increasing social cohesion. Cities function less efficiently as they expand and
reduce their average population density.
Changing components of urban form, such as density, can improve the efficient functioning of
cities and their environmental performance, although the interaction among variables is complex
and caution is needed in drawing detailed causal conclusions. McGlynn et al. (1991) showed that
three compact city models reduced growth in energy consumption and saved between $2.1 billion
to $4.2 billion in non transport infrastructure compared with a policy of urban expansion on city
fringes. As dwelling density increases, transport energy use (Owens 1986, Royal Commission
1994), transport emissions (ECOTEC Research and Consulting Ltd et al. 1993), and travel
distance (Rickaby 1987, Giuliano and Narayan 2003) falls. Mixed use centres contain
environmental, travel and cost efficiencies particularly through their impacts on trip frequency
and mode choice (Banister 1992, Loder and Bayly et al. 1995, Ewing and Cervero 2001).
Author:
Associate Professor Michael Buxton, RMIT University
Citation:
Buxton M 2006, ‘Urban form and urban efficiency’ paper prepared for the 2006 Australian State
of the Environment Committee, Department of the Environment and Heritage, Canberra,
Background
Many Australian State governments recently have developed land use policies which attempt to
alter urban form to gain greater urban efficiency. All these strategic plans share the same
commitment to more compact cities through higher density, mixed use, transit oriented
development in activity centres, improved public transport and limits on outer urban growth. All
share similar implementation problems, in particular, a reluctance to require compliance with
clear compact city policies.
Urban efficiency is usually defined in terms of travel patterns, infrastructure and energy use, and
social and environmental costs including water use, congestion costs and the costs of sprawl.
Societies which consume less land for urban purposes use roads less, infrastructure more
efficiently and can transfer more investment to productive sources. Better urban design reduces
social costs by increasing social cohesion. Cities function less efficiently as they expand and
reduce their average population density.
Changing components of urban form, such as density, can improve the efficient functioning of
cities and their environmental performance, although the interaction among variables is complex
and caution is needed in drawing detailed causal conclusions. McGlynn et al. (1991) showed that
three compact city models reduced growth in energy consumption and saved between $2.1 billion
to $4.2 billion in non transport infrastructure compared with a policy of urban expansion on city
fringes. As dwelling density increases, transport energy use (Owens 1986, Royal Commission
1994), transport emissions (ECOTEC Research and Consulting Ltd et al. 1993), and travel
distance (Rickaby 1987, Giuliano and Narayan 2003) falls. Mixed use centres contain
environmental, travel and cost efficiencies particularly through their impacts on trip frequency
and mode choice (Banister 1992, Loder and Bayly et al. 1995, Ewing and Cervero 2001).
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Perdas em congestionamentos de tráfego
CONGESTIONAMENTO: PRODUTIVIDADE CAI 20%
O congestionamento de trânsito tem um impacto direto na produtividade dos moradores das grandes cidades. Um estudo inédito do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) mostrou que quando um trabalhador em Osasco ou na Grande São Paulo demora para chegar ao local do serviço entre 40 e 80 minutos além do tempo normal, sua produtividade cai entre 14% e 20%.
A pesquisa é a primeira tentativa de quantificar os prejuízos do congestionamento de trânsito, tanto para o bolso da população quanto para a saúde. "A perda de tempo provocada pelo engarrafamento das ruas afeta diretamente a produtividade das pessoas", afirmou a pesquisadora Ieda Maria de Oliveira Lima, do IPEA. O impacto foi medido em um primeiro teste realizado com base em metodologia conjunta do IPEA com os departamentos de Produção e de Transportes da Universidade de São Paulo (USP).
A pesquisa, que na primeira fase abrangeu uma pequena mostra de trabalhadores, está sendo estendida para um universo maior de regiões metropolitanas. O custo do congestionamento de trânsito foi estimado em R$ 474,1 milhões em dez cidades pesquisadas pelo IPEA. Desse total, a maior parte - R$ 346 milhões - é a perda constatada na Grande São Paulo, seguida do Rio, onde os prejuízos somaram R$ 72,7 milhões. O cálculo inclui o excesso de tempo, de consumo de combustível e de poluição resultantes do congestionamento de trânsito, além dos investimentos adicionais no sistema viário. Nas dez cidades pesquisadas, os motoristas e passageiros de ônibus desperdiçam 500 milhões de horas por ano nos congestionamentos.
O consumo de gasolina e diesel aumenta 200 milhões de litros ao ano e 4 milhões de litros/ano, respectivamente. A regularidade das viagens, segundo a pesquisa, só ocorreria com o aumento da frota de ônibus em circulação, em percentuais que variam entre 0,6%, em Campinas, e 30%, em São Paulo. O aumento da frota, no entanto, aumentaria os custos operacionais em 16%, em São Paulo, representando o acréscimo do valor da tarifa. Ao divulgar o resultado da pesquisa, o presidente do IPEA, Fernando Rezende, ressaltou que "os prejuízos do congestionamento de trânsito se concentram nas atividades terciárias (serviços).
Com o crescimento desse setor no Brasil, os governantes precisam dar mais atenção na busca de soluções que melhorem as condições de transporte, tanto coletivo como particular". Enfim, como constata O Estado de São Paulo - 10/07/98, "em São Paulo, à tarde, quando aumenta a demanda por transporte, a velocidade dos ônibus é de ridículos 12 Km/h e o dos automóveis de 17Km/h, apenas três vezes mais de quem anda a pé!"
O que mais você acha que poderia ser feito para aumentar a eficiência urbana em sua cidade? Coloque sua sugestão em um comentário.
O congestionamento de trânsito tem um impacto direto na produtividade dos moradores das grandes cidades. Um estudo inédito do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) mostrou que quando um trabalhador em Osasco ou na Grande São Paulo demora para chegar ao local do serviço entre 40 e 80 minutos além do tempo normal, sua produtividade cai entre 14% e 20%.
A pesquisa é a primeira tentativa de quantificar os prejuízos do congestionamento de trânsito, tanto para o bolso da população quanto para a saúde. "A perda de tempo provocada pelo engarrafamento das ruas afeta diretamente a produtividade das pessoas", afirmou a pesquisadora Ieda Maria de Oliveira Lima, do IPEA. O impacto foi medido em um primeiro teste realizado com base em metodologia conjunta do IPEA com os departamentos de Produção e de Transportes da Universidade de São Paulo (USP).
A pesquisa, que na primeira fase abrangeu uma pequena mostra de trabalhadores, está sendo estendida para um universo maior de regiões metropolitanas. O custo do congestionamento de trânsito foi estimado em R$ 474,1 milhões em dez cidades pesquisadas pelo IPEA. Desse total, a maior parte - R$ 346 milhões - é a perda constatada na Grande São Paulo, seguida do Rio, onde os prejuízos somaram R$ 72,7 milhões. O cálculo inclui o excesso de tempo, de consumo de combustível e de poluição resultantes do congestionamento de trânsito, além dos investimentos adicionais no sistema viário. Nas dez cidades pesquisadas, os motoristas e passageiros de ônibus desperdiçam 500 milhões de horas por ano nos congestionamentos.
O consumo de gasolina e diesel aumenta 200 milhões de litros ao ano e 4 milhões de litros/ano, respectivamente. A regularidade das viagens, segundo a pesquisa, só ocorreria com o aumento da frota de ônibus em circulação, em percentuais que variam entre 0,6%, em Campinas, e 30%, em São Paulo. O aumento da frota, no entanto, aumentaria os custos operacionais em 16%, em São Paulo, representando o acréscimo do valor da tarifa. Ao divulgar o resultado da pesquisa, o presidente do IPEA, Fernando Rezende, ressaltou que "os prejuízos do congestionamento de trânsito se concentram nas atividades terciárias (serviços).
Com o crescimento desse setor no Brasil, os governantes precisam dar mais atenção na busca de soluções que melhorem as condições de transporte, tanto coletivo como particular". Enfim, como constata O Estado de São Paulo - 10/07/98, "em São Paulo, à tarde, quando aumenta a demanda por transporte, a velocidade dos ônibus é de ridículos 12 Km/h e o dos automóveis de 17Km/h, apenas três vezes mais de quem anda a pé!"
O que mais você acha que poderia ser feito para aumentar a eficiência urbana em sua cidade? Coloque sua sugestão em um comentário.
sábado, 23 de maio de 2009
Caro Claudiomar Cunha...
Claudiomar,
Que bom saber que vc está em Stanford. Estava reparando na falta de alguns assentos ortográficos. Tudo bem.
Eu morei um tempo em Denver, Colorado, durante o curso do meu mestrado em Urban Design na Colorado University at Denver. Mais precisamente em Golden, cidadezinha de 2.000 habitantes da cervejaria Coors Brewery.
Depois de mais de 120 artigos no blog qualidade urbana, que era uma especie de diário sobre assuntos urbanos, uma memória, vejo que é o momento de mostrar os reais problemas urbanos e de forma mais ampla.
Lembro-me que no meu curso de Urban Design nos EUA eu estudei um pouco de tudo, desde Urban Finance a People Behavior in Public Areas.
Tive um A grade em Public Finance ao analisar as finanças do City of Golden, mostrando os altos gastos com o policiamento devido a áreas de baixa densidade da cidade, os relativamente baixos investimentos em pavimentação e em transporte publico, entre outras leituras.
Podemos analisar nossas finanças e avaliar as adequações de custos e demandas. Na área de infraestrutura urbana, os gastos com pavimentações novas e recapeamentos parecem exagerados em determinadas partes das cidades, além dessa especialidade estar quase que totalmente desvinculadas do urbanismo.
Ainda nessa área, as concessionárias de energia elétrica, telefonia, gás e de água e esgoto fazem planos de redes quase que totalmente desvinculadas de projetos urbanos. Até mesmo a malha de ruas, justamente ela que comanda o traçado de todas as outras redes subterraneas.
Tudo isso que constitui elementos importantes de configuração urbana, e que tem tudo a ver com a eficiencia das cidades, nascem e crescem dentro de critérios muito antiquados e quase autonomos.
Sem se limitar às denúncias, o novo blog deverá buscar soluções à partir de colaborações de diversos autores, de diversas especialidades da arquitetura, urbanismo, antropologia, engenharia, ciencias sociais, politicas, financeiras, legal e administrativas.
Esse é o foco.
Precisamos saber como atingir algumas metas nesse sentido.
Um grande abraço.
Mário
Que bom saber que vc está em Stanford. Estava reparando na falta de alguns assentos ortográficos. Tudo bem.
Eu morei um tempo em Denver, Colorado, durante o curso do meu mestrado em Urban Design na Colorado University at Denver. Mais precisamente em Golden, cidadezinha de 2.000 habitantes da cervejaria Coors Brewery.
Depois de mais de 120 artigos no blog qualidade urbana, que era uma especie de diário sobre assuntos urbanos, uma memória, vejo que é o momento de mostrar os reais problemas urbanos e de forma mais ampla.
Lembro-me que no meu curso de Urban Design nos EUA eu estudei um pouco de tudo, desde Urban Finance a People Behavior in Public Areas.
Tive um A grade em Public Finance ao analisar as finanças do City of Golden, mostrando os altos gastos com o policiamento devido a áreas de baixa densidade da cidade, os relativamente baixos investimentos em pavimentação e em transporte publico, entre outras leituras.
Podemos analisar nossas finanças e avaliar as adequações de custos e demandas. Na área de infraestrutura urbana, os gastos com pavimentações novas e recapeamentos parecem exagerados em determinadas partes das cidades, além dessa especialidade estar quase que totalmente desvinculadas do urbanismo.
Ainda nessa área, as concessionárias de energia elétrica, telefonia, gás e de água e esgoto fazem planos de redes quase que totalmente desvinculadas de projetos urbanos. Até mesmo a malha de ruas, justamente ela que comanda o traçado de todas as outras redes subterraneas.
Tudo isso que constitui elementos importantes de configuração urbana, e que tem tudo a ver com a eficiencia das cidades, nascem e crescem dentro de critérios muito antiquados e quase autonomos.
Sem se limitar às denúncias, o novo blog deverá buscar soluções à partir de colaborações de diversos autores, de diversas especialidades da arquitetura, urbanismo, antropologia, engenharia, ciencias sociais, politicas, financeiras, legal e administrativas.
Esse é o foco.
Precisamos saber como atingir algumas metas nesse sentido.
Um grande abraço.
Mário
quinta-feira, 21 de maio de 2009
POR QUE "EFICIENCIA URBANA"?

Sim, por que este blog "eficiencia urbana"?
Vivemos reconhecidamente num meio urbano com desperdícios. Desperdícios evidentes, como a dos congestionamentos de transito, filas de pessoas aguardando atendimento em locais públicos e privados, automoveis de 5 lugares utilizados apenas pelo motorista, entre outros exemplos. Os desperdícios menos visíveis, como os 40% de água tratada que se perde em diversas situações, as ligações elétricas clandestinas, a água tratada e potável utilizada nas descargas das privadas, entre outras diversas situações. Ainda temos os desperdícios de recursos publicos e privados, as inadequações administrativas publicas e privadas e principalmente as perdas enormes de dinheiro decorrentes da falta de planejamento e de projetos.
Qual o objetivo deste blog?
Este blog objetiva colocar este tema em discussão. Antes de tudo, espero contar com a participação a mais ampla possível de opiniões, reunindo tanto os diferentes profissionais especialistas como os cidadãos de diversificadas regiões. Dessas experiencias, pretendemos elaborar a nossa contribuição para tornar as cidades cada vez mais agradaveis e inclusivas.
Portanto, quem tiver algum assunto dentro deste foco, não hesite em me contactar pelo e-mail maryoshinaga@yahoo.com.br.
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