http://en.structurae.de/structures/data/index.cfm?id=s0014340
http://meiadoisnove.blogspot.com/2008/07/obras-do-prtico-metrpole-em-andamento.html
http://meiadoisnove.blogspot.com/search?q=passarela+da+ap
http://meiadoisnove.blogspot.com/2009/04/instalacao-da-passarela-da-ap-video-do.html
SF ARQUITETURA e 3D
Arq. Stéfano Ferreira
http://stefano.ferreira.sites.uol.com.br/index.htm
http://fauufpaprojeto.blogspot.com/
Por hoje é só. Estou nas montanhas da Mantiqueira, num dia de muita chuva ouvindo Vangelis 1492, tudo muito relacionado, ainda num entardecer com vistas limitadas pelas montanhas com matas. Em férias curtas de final de ano, planejando 2010.
Um bom ano novo prá todos.
Mário
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
domingo, 20 de dezembro de 2009
LICITAÇÃO PÚBLICA : A INADEQUAÇÃO AO EXTREMO
Escrevo também em http://qualidadeurbana.blogspot.com/ , conforme o assunto.
O assunto de hoje é licitação. Uma vergonha.
Enquanto em alguns países mais decentes as obras públicas só são licitadas com projeto executivo, como nos Estados Unidos da América, EUA, o que acontece no Brasil, segundo a Lei , é uma imprecisão ao extremo, deixando brechas enormes para interpretações, alterações, adaptações, aditamentos e aumentos de prazos e de custos. É quase uma rotina ler pelos jornais que uma obra custou 2 a 3 vezes o valor licitado ( caso do Rodoanel, trecho oeste).
Sem o projeto executivo a execução da obra depende de várias estimativas de quantidade, custos, prazos, etc. na qual decisões posteriores à contratação serão então negociadas à portas fechadas ou na amplidão dos espaços dos canteiros de obras. Os governos em suas secretarias de obras em todos os niveis mantém um quadro de especialistas com salários de fome, em geral sem acatar a Lei de Salário Mínimo Profissional de Engenheiros e Arquitetos, daí atraindo pessoas desmotivadas e sem atualizações profissionais, ou pessoas que conhecem o jogo da corrupção, portando, pouco se importando com o salário oficial.
As equipes dessas secretarias são portanto formadas básicamente de pessoas desatualizadas e desmotivadas, em geral concursadas, e de pessoal com cargo em comissão, e portanto gente de confiança para legalizar as decisões que podem envolver negociações as mais diversificadas. O número de cargos de confiança a nivel federal no Brasil gira em torno de 21.000 enquanto países como os EUA tem apenas 4.000. Além do excesso de cargos de confiança, agora parece estar na mira os cargos concursados, sendo que os concursos são mera formalidade, como no USP onde só é aprovado quem já leciona e tem alto QI ( quem indicou), ou alguns gabaritos correm em mãos de privilegiados com antecedencia à data do concurso.
As licitações, além de serem permitidas com Projeto Básico, em alguns casos esse chamado básico está longe de ser um Preliminar, além de ter "enganos" providenciais que são segredados para alguns licitantes privilegiados, facilitando a manobra dos custos e quantitativos de maior lucratividade.
Os tais projetos básicos podem ser facilmente questionados, mas as empreiteiras não querem se indisponibilizar com o Poder; ao contrário, presenteiam com os ítens que todos conhecem.
Precisamos que no Brasil se adote as licitações apenas com PROJETO EXECUTIVO.
Vamos fazer campanha disso.
A vantagem é enorme para criar empregos de projetistas, especialistas, engenheiros e arquitetos.
E maior vantagem ainda é a economia do dinheiro publico, reduzindo o comércio de informações paralelas de favorecimento, e reduzindo os prazos e custos das obras.
O assunto de hoje é licitação. Uma vergonha.
Enquanto em alguns países mais decentes as obras públicas só são licitadas com projeto executivo, como nos Estados Unidos da América, EUA, o que acontece no Brasil, segundo a Lei , é uma imprecisão ao extremo, deixando brechas enormes para interpretações, alterações, adaptações, aditamentos e aumentos de prazos e de custos. É quase uma rotina ler pelos jornais que uma obra custou 2 a 3 vezes o valor licitado ( caso do Rodoanel, trecho oeste).
Sem o projeto executivo a execução da obra depende de várias estimativas de quantidade, custos, prazos, etc. na qual decisões posteriores à contratação serão então negociadas à portas fechadas ou na amplidão dos espaços dos canteiros de obras. Os governos em suas secretarias de obras em todos os niveis mantém um quadro de especialistas com salários de fome, em geral sem acatar a Lei de Salário Mínimo Profissional de Engenheiros e Arquitetos, daí atraindo pessoas desmotivadas e sem atualizações profissionais, ou pessoas que conhecem o jogo da corrupção, portando, pouco se importando com o salário oficial.
As equipes dessas secretarias são portanto formadas básicamente de pessoas desatualizadas e desmotivadas, em geral concursadas, e de pessoal com cargo em comissão, e portanto gente de confiança para legalizar as decisões que podem envolver negociações as mais diversificadas. O número de cargos de confiança a nivel federal no Brasil gira em torno de 21.000 enquanto países como os EUA tem apenas 4.000. Além do excesso de cargos de confiança, agora parece estar na mira os cargos concursados, sendo que os concursos são mera formalidade, como no USP onde só é aprovado quem já leciona e tem alto QI ( quem indicou), ou alguns gabaritos correm em mãos de privilegiados com antecedencia à data do concurso.
As licitações, além de serem permitidas com Projeto Básico, em alguns casos esse chamado básico está longe de ser um Preliminar, além de ter "enganos" providenciais que são segredados para alguns licitantes privilegiados, facilitando a manobra dos custos e quantitativos de maior lucratividade.
Os tais projetos básicos podem ser facilmente questionados, mas as empreiteiras não querem se indisponibilizar com o Poder; ao contrário, presenteiam com os ítens que todos conhecem.
Precisamos que no Brasil se adote as licitações apenas com PROJETO EXECUTIVO.
Vamos fazer campanha disso.
A vantagem é enorme para criar empregos de projetistas, especialistas, engenheiros e arquitetos.
E maior vantagem ainda é a economia do dinheiro publico, reduzindo o comércio de informações paralelas de favorecimento, e reduzindo os prazos e custos das obras.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Falta de Clinica Geral no Urbanismo?
Conversava com um engenheiro civil sobre os maleficios das especialidades. De tão específicos, e tão aprofundados, esquecem-se da superfície na qual estão inseridos. A especialidade tornou-se tão ampla que criou um mundo próprio que foge ao domínio do próprio especialista.
No Urbanismo acontecem especialidades que estão muito além da paisagem urbana. Muito além do que se vê. Sob a superficie do solo, nos subterraneos, correm gases, liquidos, eletrons, bits, etc. carros em tuneis, metrô em tuneis e até adutoras em túneis. Na superficie do solo passam veiculos diversos e pessoas. Pelo ar, ondas hertzianas, fios diversos para diversas funções.
O Urbanista precisa conhecer o que não está visivel, pois faz parte do funcionamento da cidade.
O Urbanismo com suas especialidades crescentes ficou dificil de ser dominada por um unico profissional. Então o Clinico Geral do urbano, como na medicina, está desaparecendo, limitado a pequenas intervenções em periferias de cidades grandes, ou na urbanização de cidades pequenas.
Talvez esse clinico geral urbano devesse acompanhar a industria automobilistica. Sim, pois o que fez a industria automobilistica foi deixar de ser fabricante para ser o dono do projeto, detalhado em minucias, dono do know-how, enfim, tornando-se, ao invés de fabricante, uma montadora.
Falta ao urbano a "montadora", dona de todo o conhecimento em sua essencia, seu básico, e saber reunir adequadamente os especialistas urbanos. Fica a sugestão.
No Urbanismo acontecem especialidades que estão muito além da paisagem urbana. Muito além do que se vê. Sob a superficie do solo, nos subterraneos, correm gases, liquidos, eletrons, bits, etc. carros em tuneis, metrô em tuneis e até adutoras em túneis. Na superficie do solo passam veiculos diversos e pessoas. Pelo ar, ondas hertzianas, fios diversos para diversas funções.
O Urbanista precisa conhecer o que não está visivel, pois faz parte do funcionamento da cidade.
O Urbanismo com suas especialidades crescentes ficou dificil de ser dominada por um unico profissional. Então o Clinico Geral do urbano, como na medicina, está desaparecendo, limitado a pequenas intervenções em periferias de cidades grandes, ou na urbanização de cidades pequenas.
Talvez esse clinico geral urbano devesse acompanhar a industria automobilistica. Sim, pois o que fez a industria automobilistica foi deixar de ser fabricante para ser o dono do projeto, detalhado em minucias, dono do know-how, enfim, tornando-se, ao invés de fabricante, uma montadora.
Falta ao urbano a "montadora", dona de todo o conhecimento em sua essencia, seu básico, e saber reunir adequadamente os especialistas urbanos. Fica a sugestão.
domingo, 6 de dezembro de 2009
O fenomeno Susan Boyle e os arquitetos.
Susan Boyle, o fenômeno, parece não ter nada a ver com os arquitetos. Realmente nada tem diretamente.
Mas,.... me ocorreu outro dia um pensamento. Se não tivesse a oportunidade de se apresentar naquele programa, e se repetisse a inacessibilidade ao palco pelo preconceito da boa aparencia, a Susan ainda estaria no anonimato, a despeito de suas qualidades artísticas e seu talento.
Então, me ocorreu pensar no caso do profissional arquiteto. O que acontece com muitos profissionais que ficam eternamente na sombra, nas equipes, nas salas dos fundos, nas salas cheio de outros profissionais, alguns com larga experiencia, outros recém-formados, dividindo espaços ou mesas, equipamentos, etc. e que diariamente cria, acrescenta idéias, aprimora projetos, participa de reuniões, assumem tarefas, etc. mas não se situam como co-autores de projetos, apenas, e quando citam, como colaboradores.
Então, quando será que um profissional como ele terá a oportunidade de mostrar seu talento?
Quantos arquitetos sobrevivem fazendo pequenos projetos por falta absoluta de acesso ( contato, lobby, influencia, etc.) para essa clientela? Seria isso falta de talento? Falta de capacidade de fazer marketing e conseguir projetos de grande porte?
Seria então a profissão arquiteto uma atividade que tem como pre-requisito ser bem nascido? Ter uma boa conta bancária para sustentar um escritorio em fases de vacas magras ou de recesso intelectual? Ou por decisão do profissional, fechar o escritorio por um tempo para participar de estudos ou de viagens?.
Se para conseguir ser um arquiteto - grife for preciso uma infra-estrutura financeira e de relacionamentos, os que se originam das classes menos favorecidas e que tem competencia e talento, só lhe resta bajular alguns colegas mais afortunados, ou... dar uma de Susan Boyle.
Mas arquitetos não têm palcos e nem se promovem em programas de TVs.
Então, como fazer?
Concursos de projetos?
Muito bem, ganha um concurso. E volta ao anonimato, a não ser que viva de ganhar concursos. Se é que o projeto ganhador do concurso seja aceito pelo cliente... e ficar no premio e no papel.
Quem é premiado em projetos para governos em fim de mandato se arrisca a nem receber o premio.
Quem sabe, trabalhar como funcionário público, nos moldes de meio seculo atras, com a liberdade de trabalho que teve o Affonso Eduardo Reydi no Rio de Janeiro, produzindo o conjunto habitacional do Pedregulho. Ou crescer à sombra de celebridades para atingir a sua própria luz, como a carreira do colega Luis Filgueiras, o Lelé.
Conheci vários arquitetos muito competentes e que continuam no anonimato. Felizmente, um deles, com muito talento, está conseguindo que lhe seja feita justiça após longa jornada profissional. Trata-se do colega Hector Vigliecca, modesto, quieto, mas muito competente e criativo.
Susan Boyle, precisamos que nos dê a dica de como encontrar o palco certo para nós.
Mas,.... me ocorreu outro dia um pensamento. Se não tivesse a oportunidade de se apresentar naquele programa, e se repetisse a inacessibilidade ao palco pelo preconceito da boa aparencia, a Susan ainda estaria no anonimato, a despeito de suas qualidades artísticas e seu talento.
Então, me ocorreu pensar no caso do profissional arquiteto. O que acontece com muitos profissionais que ficam eternamente na sombra, nas equipes, nas salas dos fundos, nas salas cheio de outros profissionais, alguns com larga experiencia, outros recém-formados, dividindo espaços ou mesas, equipamentos, etc. e que diariamente cria, acrescenta idéias, aprimora projetos, participa de reuniões, assumem tarefas, etc. mas não se situam como co-autores de projetos, apenas, e quando citam, como colaboradores.
Então, quando será que um profissional como ele terá a oportunidade de mostrar seu talento?
Quantos arquitetos sobrevivem fazendo pequenos projetos por falta absoluta de acesso ( contato, lobby, influencia, etc.) para essa clientela? Seria isso falta de talento? Falta de capacidade de fazer marketing e conseguir projetos de grande porte?
Seria então a profissão arquiteto uma atividade que tem como pre-requisito ser bem nascido? Ter uma boa conta bancária para sustentar um escritorio em fases de vacas magras ou de recesso intelectual? Ou por decisão do profissional, fechar o escritorio por um tempo para participar de estudos ou de viagens?.
Se para conseguir ser um arquiteto - grife for preciso uma infra-estrutura financeira e de relacionamentos, os que se originam das classes menos favorecidas e que tem competencia e talento, só lhe resta bajular alguns colegas mais afortunados, ou... dar uma de Susan Boyle.
Mas arquitetos não têm palcos e nem se promovem em programas de TVs.
Então, como fazer?
Concursos de projetos?
Muito bem, ganha um concurso. E volta ao anonimato, a não ser que viva de ganhar concursos. Se é que o projeto ganhador do concurso seja aceito pelo cliente... e ficar no premio e no papel.
Quem é premiado em projetos para governos em fim de mandato se arrisca a nem receber o premio.
Quem sabe, trabalhar como funcionário público, nos moldes de meio seculo atras, com a liberdade de trabalho que teve o Affonso Eduardo Reydi no Rio de Janeiro, produzindo o conjunto habitacional do Pedregulho. Ou crescer à sombra de celebridades para atingir a sua própria luz, como a carreira do colega Luis Filgueiras, o Lelé.
Conheci vários arquitetos muito competentes e que continuam no anonimato. Felizmente, um deles, com muito talento, está conseguindo que lhe seja feita justiça após longa jornada profissional. Trata-se do colega Hector Vigliecca, modesto, quieto, mas muito competente e criativo.
Susan Boyle, precisamos que nos dê a dica de como encontrar o palco certo para nós.
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
MEDINDO A QUALIDADE DE VIDA
Pode-se medir a Qualidade de Vida Urbana? Dá prá avaliar, acredito.
O "Movimento Nossa São Paulo", fez uma pesquisa com milhares de pessoas para verificar as prioridades dos cidadãos quanto às necessidades de serviços públicos.
E chegou a números interessantes.
Como a população entende como maiores necessidades de intervenção do Poder Publico face às condições inadequadas das cidades.
Solicitam prioridade de atendimento para as áreas:
Educação........................ 58,89%
Saúde ............................ 56,30%
Meio Ambiente .............. 49,54%
Segurança ..................... 48,11%
Trabalho ....................... 41,62%
.....................................
Mobilidade.................... 17,71%
O interessante desses números é que o transito ( Mobilidade) ficou bem abaixo das outras prioridades.
Será que a população entendeu Mobilidade como outra coisa? Algo como atenção aos deficientes físicos? Confundindo com acessibilidade?
Enfim, a pesquisa está feita.
Analisando esses ítens, podemos perceber que cada um deles interage com outros. Por exemplo, a saúde seria melhor se não tivesse problemas ambientais de poluição dos escapamentos dos automóveis. A poluição do ar seria menor se tivessemos menos veiculos poluidores em circulacão, e os veiculos ficassem menos tempo com o motor ligado, caso pudessem evitar os constantes congestionamentos de tráfego.
A saúde seria melhor com menos tempo dispendido no tráfego, seja em onibus, metrôs, trens ou carros.
O meio ambiente seria melhor com mais calçadas para pedestres, as mesmas calçadas que já foram mais largas e que os carros se apropriaram para dar lugar a mais pistas de trafego.
Com melhor transito pode-se trabalhar mais, descançar mais, o que melhora a saúde e a renda.
Os pesquisados não entenderam dessa maneira, e os resultados podem não refletir a verdadeira prioridade: a mobiidade, o des-congestionamento do tráfego.
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
GEISY É MAIS QUE UM INCIDENTE...
No caderno "Aliás" do Jornal O Estado de São Paulo ( ainda sob censura) deste domingo, uma interessante matéria focando o ensino superior neste País, por Fausto Castilho, do Instituto de Filosofia e Ciencias Humanas da Unicamp: "A catástrofe da Mercantilização do Ensino".
A Nova Lei dos Estágios, segundo ele, por exemplo, é uma forma criada pelo Governo Federal para financiamento do mercantilismo. Essas bolsas são um expediente para ...sustentar universidades particulares...que não são universidades.
José de Souza Martins da Faculdade de Filosofia e Letras da USP diz que "O proletariado rebelde dos anos dourados de Vila Euclides não teve herdeiros ccapazes de lidar com um minivestido na faculdade." ...um operariado que, se demonstrou competencia na adesão ao capitalismo e na ambição do poder, não demonstrou a menor competencia para criar as bases sociais da ressocialização de seus filhos para a sociedade moderna, aberta e democratica." A pratica do linchamento tem sido em todas as partes forma violenta de ação conservadora, no sentido de enquadrar e até cancelar a presença dos diferentes e dos inovadores, como a moça da Uniban, para restaurar a ordem conformista, supostamente por eles ameaçada. ( conservadorismo popular).
A culpa não seria de quem agiu violentamente, mas de quem divulgou a violência."
Temos portanto um quadro de mercantilismo do ensino voltado para gerações sem bases sociais e dispostos a um conservadorismo de uma condição duvidosa simplesmente herdada da geração sindicalista do ABC.
A Nova Lei dos Estágios, segundo ele, por exemplo, é uma forma criada pelo Governo Federal para financiamento do mercantilismo. Essas bolsas são um expediente para ...sustentar universidades particulares...que não são universidades.
José de Souza Martins da Faculdade de Filosofia e Letras da USP diz que "O proletariado rebelde dos anos dourados de Vila Euclides não teve herdeiros ccapazes de lidar com um minivestido na faculdade." ...um operariado que, se demonstrou competencia na adesão ao capitalismo e na ambição do poder, não demonstrou a menor competencia para criar as bases sociais da ressocialização de seus filhos para a sociedade moderna, aberta e democratica." A pratica do linchamento tem sido em todas as partes forma violenta de ação conservadora, no sentido de enquadrar e até cancelar a presença dos diferentes e dos inovadores, como a moça da Uniban, para restaurar a ordem conformista, supostamente por eles ameaçada. ( conservadorismo popular).
A culpa não seria de quem agiu violentamente, mas de quem divulgou a violência."
Temos portanto um quadro de mercantilismo do ensino voltado para gerações sem bases sociais e dispostos a um conservadorismo de uma condição duvidosa simplesmente herdada da geração sindicalista do ABC.
domingo, 15 de novembro de 2009
IBIRAPUERA EM DIAS DE CHUVA...
Uma opção bem interessante para os paulistanos.
Em dias de chuva passe o dia no Parque Ibirapuera para caminhar, andar de skate ou patins abrigado pelas marquises. Tem o Museu de Arte Moderna para visitar, com sua loja de souvenir, café e restaurante ( R$35,00), tem o restaurante por quilo e lanchonete sob a marquise e diversos ambulantes com beliscos e sorvetes. Tem o Museu de Arte Contemporânea - MAC, e no mesmo pavilhão a 8a.BIA - Bienal Internacional de Arquitetura, com duas livrarias com livros de Arquitetura, Urbanismo e Paisagismo, estande da Pirelli, estande de Portugal mostrando obras na Africa, estande da Alemanha num workshop sobre uma área de Diadema, da Grande São Paulo, o estande da França, com as maquetes móveis, o estande da Itália com seus paineis de Patrimônio, estande de Hong-Kong com suas propostas de estruturas arquitetônicas, emuito mais. Odia de chuva é excelente para caminhar pelos 25.000m2 da exposição, este ano com espaços para andar sem atropelos. Grafiteiros, venham prestigiar seus colegas Ozzy, Jaime, Kobra, etc. que montaram grandes paineis em locais bem visiveis.
Almoce na 8a. BIA, no Restaurante NOAH comandado pela Cynthia, com pratos bem elaborados, diferentes a cada dia ou com salgadinhos de buffet de boa qualidade tudo muito gostoso e com atendimento de primeira. Confira.
Em dias de chuva passe o dia no Parque Ibirapuera para caminhar, andar de skate ou patins abrigado pelas marquises. Tem o Museu de Arte Moderna para visitar, com sua loja de souvenir, café e restaurante ( R$35,00), tem o restaurante por quilo e lanchonete sob a marquise e diversos ambulantes com beliscos e sorvetes. Tem o Museu de Arte Contemporânea - MAC, e no mesmo pavilhão a 8a.BIA - Bienal Internacional de Arquitetura, com duas livrarias com livros de Arquitetura, Urbanismo e Paisagismo, estande da Pirelli, estande de Portugal mostrando obras na Africa, estande da Alemanha num workshop sobre uma área de Diadema, da Grande São Paulo, o estande da França, com as maquetes móveis, o estande da Itália com seus paineis de Patrimônio, estande de Hong-Kong com suas propostas de estruturas arquitetônicas, emuito mais. Odia de chuva é excelente para caminhar pelos 25.000m2 da exposição, este ano com espaços para andar sem atropelos. Grafiteiros, venham prestigiar seus colegas Ozzy, Jaime, Kobra, etc. que montaram grandes paineis em locais bem visiveis.
Painel do Ozzy no 2o. piso em frente a rampa de
pedestres, com a figura do Niemeyer pensativo e do Ozzy logo abaixo
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