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Eficiencia, entendida aqui entre nós como menos desperdícios.

Convivemos com um desperdício incompreensível para um País onde muitas pessoas vivem em situação de risco. Dentre eles, meu foco é a melhoria de desempenho das redes de infra-estrutura urbana. Sòmente na área do Saneamento Básico, que se considera a rede de água, esgoto, drenagem e a coleta e tratamento do lixo, melhorias na qualidade de vida que se estima em R$1 Bilhão/ano foi registrada pela FGV-Fundação GetúlioVargas e Instituto Tatra ( julho, 2010), além de evitar a morte de mais de 1.000 pessoas. A rede de vias públicas insuficientes e com manutenção precária, afeta o sistema de transportes de materiais e de pessoas, com congestionamentos, poluição, desperdício de energia e principalmente consumindo o tempo das pessoas que poderia ser dedicado à sua melhoria de qualidade de vida.

Eficiencia, entendida aqui entre nós como menos desperdícios.

Convivemos com um desperdício incompreensível para um País onde muitas pessoas vivem em situação de risco. Dentre eles, meu foco é a melhoria de desempenho das redes de infra-estrutura urbana. Sòmente na área do Saneamento Básico, que se considera a rede de água, esgoto, drenagem e a coleta e tratamento do lixo, melhorias na qualidade de vida que se estima em R$1 Bilhão/ano foi registrada pela FGV-Fundação GetúlioVargas e Instituto Tatra ( julho, 2010), além de evitar a morte de mais de 1.000 pessoas. A rede de vias públicas insuficientes e com manutenção precária, afeta o sistema de transportes de materiais e de pessoas, com congestionamentos, poluição, desperdício de energia e principalmente consumindo o tempo das pessoas que poderia ser dedicado à sua melhoria de qualidade de vida.
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terça-feira, 15 de junho de 2010

O lugar na cidade.

O espaço público, pelo menos nas nossas cidades, reduziu-se ao fundiário, pois de publico restou apenas o espaço que é de ninguém.


Com a insegurança, desconforto e falta de qualidade, o espaço publico é hoje um canal de circulação de veiculos, pessoas e de bens, além de toda a rede de serviços de energia, saneamento e comunicação.

Porque vivemos esta situação?

Talvez nossas cidades com "apenas" 500 anos, as mais antigas, sejam ainda adolescentes, ou talvez ainda na fase infantil de formação. E além de novas, ainda estão recebendo novos cidadãos vindos do interior e do exterior, cada um trazendo suas culturas de distancias equivalentes a continentes - o Brasil é continental. Felizmente falamos português em todo o Brasil, e os jesuitas espalharam a religião dominante.

Mas nossas cidades e seus cidadãos, antes de amadurecerem seu meio urbano entraram na era da midia global, alterando rapidamente o que se havia armazenado ao longo de decadas ou centenas de anos. É a minha visão das nossas cidades.

Lembro dos anos de estudante quando brincavamos que em toda cidade podia-se encontrar uma Casas Pernambucanas e Banco do Brasil, referindo-nos à invasão dessas entidades pelo Brasil afora. A midia global, ao invéz, invadiu os lares. E dentro dos lares, pelas novelas, num ritmo mental prá qualquer nivel de inteligência, a globo faz seu merchandising de produtos e de idéias - essa a pior.

Os bons ambientes urbanos publicos do novo mundo, EUA, são poucos comparados com os da Europa. Acredito que são ambientes onde o tempo e uma certa coesão cultural tiveram importância. Veja o exemplo da Piazza de S.Marco em Veneza, em várias etapas da sua formação, etapa por etapa, se aprimorando, até chegar ao resultado que conhecemos, com as influencias da renascença, da perspectiva no projeto, não só dos predios como do espaço urbano, linkadas pela perpectiva.

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