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Eficiencia, entendida aqui entre nós como menos desperdícios.

Convivemos com um desperdício incompreensível para um País onde muitas pessoas vivem em situação de risco. Dentre eles, meu foco é a melhoria de desempenho das redes de infra-estrutura urbana. Sòmente na área do Saneamento Básico, que se considera a rede de água, esgoto, drenagem e a coleta e tratamento do lixo, melhorias na qualidade de vida que se estima em R$1 Bilhão/ano foi registrada pela FGV-Fundação GetúlioVargas e Instituto Tatra ( julho, 2010), além de evitar a morte de mais de 1.000 pessoas. A rede de vias públicas insuficientes e com manutenção precária, afeta o sistema de transportes de materiais e de pessoas, com congestionamentos, poluição, desperdício de energia e principalmente consumindo o tempo das pessoas que poderia ser dedicado à sua melhoria de qualidade de vida.

Eficiencia, entendida aqui entre nós como menos desperdícios.

Convivemos com um desperdício incompreensível para um País onde muitas pessoas vivem em situação de risco. Dentre eles, meu foco é a melhoria de desempenho das redes de infra-estrutura urbana. Sòmente na área do Saneamento Básico, que se considera a rede de água, esgoto, drenagem e a coleta e tratamento do lixo, melhorias na qualidade de vida que se estima em R$1 Bilhão/ano foi registrada pela FGV-Fundação GetúlioVargas e Instituto Tatra ( julho, 2010), além de evitar a morte de mais de 1.000 pessoas. A rede de vias públicas insuficientes e com manutenção precária, afeta o sistema de transportes de materiais e de pessoas, com congestionamentos, poluição, desperdício de energia e principalmente consumindo o tempo das pessoas que poderia ser dedicado à sua melhoria de qualidade de vida.
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quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

HAITI, SÃO LUIS DO PARAITINGA, ANGRA DOS REIS...

...e BLUMENAU, UBERLANDIA, etc.


Enchente em Uberlandia, 2009
Enchentes, deslizamentos e outros desastres da natureza atingindo os meios urbanos de forma recorrente. As ajudas governamentais, as emergências, as verbas para catástrofes... as perdas das cidades, as perdas das familias, as perdas das pessoas...
Na nossa especialidade, o urbanismo, o que podemos fazer?
Podemos nos antecipar e nos preparar para minorar a tragédia dos que perderam tudo e estão em condições de risco de vida? Acredito que sim.
Poderíamos ter um planejamento de ações especialmente estruturado para atender essas emergências. Podemos nos reunir e nos organizar, paralelamente ou em conjunto com a Defesa Civil, os Bombeiros, as Forças Armadas, Escoteiros, Bandeirantes, e outras entidades civis organizadas. Um local onde pudesse ser acionado de imediato, e em menos de 24 horas já estar no local com uma força-tarefa devidamente aparelhada com equipamentos suficientes para abrigar algumas centenas de pessoas, com o devido cuidado físico e psicológico.
Alojamentos de emergência seriam montados, com refeitório, posto médico e área administrativa. Um galpão recolheria os objetos salvos do desastre e ficariam guardados com etiqueta identificadora, cada lote correspondente a um numero, minimizando a possibilidade de saques de objetos de valor.
Haveria estoque de roupas, remédios, combustiveis, agasalhos e artigos de consumo diário para suprir um contingente por duas semanas, até que os meios formais iniciem o atendimento.
Um pessoal treinado em brigadas, saberiam o que fazer para oferecer um mínimo de privacidade, salubridade e proteção pessoal para os refugiados do desastre, evitando roubos nos abrigos improvisados e alguns atentados à integridade física dos menos fortes fisicamente.
Essa super OnG manteria um estoque de víveres, roupas, etc., doadas por empresas publicas e privadas para reduzir o tempo de chegada das primeiras ajudas. Esse estoque seria renovado com o vencimento dos prazos de validade, sendo um pouco antes, doados a instituições beneficientes devidamente inscritas.
As doações feitas por particulares, que normalmente acontecem logo ápós os desastres, ajudados pelos meios de comunicação, seriam utilizados para repor o estoque consumido nos primeiros dias, no que for possivel.
Enfim, a idéia é ter algo e alguém de prontidão para atuar imediatamente já nas primeiras horas, e até mesmo durante a ocorrência dos desastres, por pessoas treinadas residentes no ( ou próximo) do local. Os jovens que em São Luis do Paraitinga praticam a náutica de corredeiras, e que dispunham de botes infláveis, puderam, graças a seu treinamento e boa vontade, socorrer cerca de 500 pessoas em plena ocorrencia do desastre. Essa ação contribuiu, com certeza para que esse desastre registrasse um quase zero de casos fatais.
Gostaria muito de participar da montagem dessa OnG.

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