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Eficiencia, entendida aqui entre nós como menos desperdícios.

Convivemos com um desperdício incompreensível para um País onde muitas pessoas vivem em situação de risco. Dentre eles, meu foco é a melhoria de desempenho das redes de infra-estrutura urbana. Sòmente na área do Saneamento Básico, que se considera a rede de água, esgoto, drenagem e a coleta e tratamento do lixo, melhorias na qualidade de vida que se estima em R$1 Bilhão/ano foi registrada pela FGV-Fundação GetúlioVargas e Instituto Tatra ( julho, 2010), além de evitar a morte de mais de 1.000 pessoas. A rede de vias públicas insuficientes e com manutenção precária, afeta o sistema de transportes de materiais e de pessoas, com congestionamentos, poluição, desperdício de energia e principalmente consumindo o tempo das pessoas que poderia ser dedicado à sua melhoria de qualidade de vida.

Eficiencia, entendida aqui entre nós como menos desperdícios.

Convivemos com um desperdício incompreensível para um País onde muitas pessoas vivem em situação de risco. Dentre eles, meu foco é a melhoria de desempenho das redes de infra-estrutura urbana. Sòmente na área do Saneamento Básico, que se considera a rede de água, esgoto, drenagem e a coleta e tratamento do lixo, melhorias na qualidade de vida que se estima em R$1 Bilhão/ano foi registrada pela FGV-Fundação GetúlioVargas e Instituto Tatra ( julho, 2010), além de evitar a morte de mais de 1.000 pessoas. A rede de vias públicas insuficientes e com manutenção precária, afeta o sistema de transportes de materiais e de pessoas, com congestionamentos, poluição, desperdício de energia e principalmente consumindo o tempo das pessoas que poderia ser dedicado à sua melhoria de qualidade de vida.
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domingo, 14 de março de 2010

OnG, Entidades, OSCIP.

VALE A PENA PARTICIPAR DE ENTIDADES DE CLASSE?
por ÊNIO PADILHA


Entidades de Classe são organizações que, geralmente, são bem acolhidas pela sociedade. Em geral, são vistas como uma manifestação coletiva dos indivíduos que a compõem. Uma espécie de representante do pensamento do grupo na sociedade. Por serem organizações que brotam de dentro pra fora (e de baixo pra cima, fruto da vontade de seus integrantes originais) são, geralmente, consideradas mais legítimas do que organizações que existem para dar suporte a determinações legais (como os conselhos e sindicatos).

Claudia acredito nas palavras do Enio. Da minha parte, estou em 3 entidades civis organizadas, o IAB, a APAE e a AGL ( Academia Guarulhense de Letras), além do Conselho, o CREA.


Essas atividades, além de uma doação do seu tempo ( elemento mais caro para todos os seres viventes, pois é insubstituivel e inadquirível, sem reposição), tem custos materiais que acabamos doando ( os colegas do IAB sabem do que estou dizendo).

Mas, pela origem, definição e objetivos, as Entidades Civis Organizadas, tipo OnGs, essas entidades, sejam Profissionais ou Comunitarias, são hoje a nossa esperança e canal para brigarmos por melhorias na nossa qualidade de vida.

Estou nesse barco, e com probabilidades de, na medida do possivel, aumentar meu tempo de participação pró-ativa.

Por incriel que pareça, várias dessas entidades tiveram ( ou ainda permanecem) diretorias que encontraram, espertamente, canais para se beneficiarem, desonrando assim esses cargos ( originalmente pensados como) honorários.

Por obra de alguns espertalhões que agiram ( e ainda agem) em Brasilia, verbas foram destinadas a OnGs indevidamente ( segundo o TCU), e agora entidades como a APAE ( que dirijo com transparencia e devidamente controlada) precisam provar que existem e funcionam regularmente. Isso significa que existem as que são "fantasmas" e nem funcionam regularmente.

As Entidades Civis Organizadas ( ECO) são ( em geral) administradas amadoristicamente, com uma estrutura administrativa de dupla pirâmide. Coleta-se dinheiro das bases para a cúpula, mas as bases pouco recebem da cupula em questões que afetam as bases e que requetem aprimoramentos.

Algumas Entidades Civis Organizadas (ECO) recebem apoio de melhoria de gestão de Serviços do governo, como a SEBRAE, e talvez fosse o caso dos IABs solicitarem ajuda para melhorarem administrativamente.

Um outro aspecto que as ECO precisam cuidar é quanto a sua REAL representatividade, pois na medida que contam com mais associados, existe maior força politica e chances de serem ouvidos pelos governantes. Nesse sentido, várias ECO com poucos associados, tendem a serem ocupadas ( ou invadidas) por pessoas, interessadas na acessibilidade que esses cargos conferem, para serem recebidos pelo Poder Público.

Para essas pessoas, existe o interesse de que hajam poucos associados PARTICIPANTES, (preferencialmente com muitos pagantes). Com poucos participantes, perpetuam-se no poder, com o argumento de que inexiste numero de interessados em formar chapas, e assim, por meio de CHAPAS UNICAS, transformam as eleições em meras negociações de cargos.

Outros artificios para se perpetuarem no poder, como o voto em bloco de conselheiros vitalicios, que com o correr do tempo ficam impondo sua preferencia por um ou outro candidato ( quando houver oposições), e em alguns casos, a necessidade de ter experiencia em administrar a entidade ( significa que já pertence ao poder existente), etc. são utilizados.

Pelo que conheço das OnGs, sou presidente de uma e Conselheiro de outras, a transparência administrativa, a observância do objetivos, a ética de seus administradores, a ajuda governamental ( apesar de serem, por principio, apoliticas) é hoje uma luta para que sejam fortalecidas e assim possam contribuir para um maior equilibrio de interêsses, atualmente dominadas pelo Poder Publico e Poder Privado.

Mário Yoshinaga

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